terça-feira, 24 de julho de 2012

Nova geração de consumidores exige corretor atualizado.

Com a alta velocidade das informações, a rapidez ao clicar o Enter e conseguir aquilo que se pretende adquirir por meio das facilidades apresentadas na internet, a maioria das pessoas, principalmente os jovens, quando do contato direto com um corretor imobiliário, quer agilidade, mas sem perder a qualidade no atendimento.

No mundo atual está tudo muito veloz, e quando as pessoas percebem que algo está moroso gera impaciência e desconforto. Da mesma forma que acontece na rotina diária, no trânsito congestionado, na internet lenta, reflete também em outros tipos de serviços. As facilidades são muitas: receber a refeição solicitada pela internet ou telefone, escolher e comprar roupas, sapatos, livros através das lojas virtuais, fazer compras de supermercado sem sair do conforto do lar, evitando perturbações com trânsito, fila dos caixas e procurar vaga em estacionamento, etc. Imagine fazer justamente o inverso, ter que se locomover para atender a essas necessidades. Ufa! Até eu já cansei. Brincadeiras à parte, mas essa é uma nova realidade e uma prática que agita o mercado como um todo. E o mercado, por sua vez, deve se adequar. E no ramo imobiliário não é diferente.

Tanto é verdade essa nova realidade que algumas empresas estão se adequando e comercializando imóveis por meio da internet para atender justamente a esta nova demanda. Evidentemente que os imóveis são produtos peculiares e o consumidor deve ter certo grau de cuidado na sua aquisição, pois a compra mal feita gera transtorno financeiro significativo.

Os novos consumidores visam imóveis mais práticos, mais funcionais e, com isso, as ofertas para este perfil são moradias com metragens reduzidas como kits, apartamentos de um e dois quartos. Mas saber apenas o tamanho do imóvel não é o suficiente para atender esse consumidor. Para isso precisamos absorver mais informações.

O corretor deve identificar e qualificar o poder aquisitivo, objetivo, desejo, e a real necessidade de cada cliente. Sendo que para clientes recém-casados e com filho é comum focarem imóveis com dois dormitórios, mas isso, ainda sim, não é uma regra. Desta forma, o corretor deve identificar antecipadamente cada perfil antes do primeiro contato pessoal. E assim, caso o cliente não goste do produto escolhido inicialmente, o corretor pode criar possibilidade de apresentar, por meio de ferramentas tecnológicas como o tablet, novos produtos de sua carteira, separados e escolhidos cuidadosamente para atendê-lo. Essa atitude além de tornar o trabalho mais dinâmico e interativo, faz com que o cliente sinta-se mais valorizado.

As novas ferramentas tecnológicas não são modismo ou luxo desnecessário. Utilize dessas ferramentas para melhor atender e o tornar mais presente e em contato ininterrupto com seu cliente. Interaja juntamente com ele, através dessas tecnologias, antes de levá-lo para visitar vários imóveis. Responda e-mails em qualquer lugar e com maior rapidez, faça pesquisas e tire dúvidas de qualquer gênero. Se mantenha atualizado continuamente e facilite também sua rotina.

A nova era de consumidores tem urgência de atendimento com qualidade e rapidez. Contudo, o profissional tem que se preparar para atender o cliente e fazer a diferença. O corretor deve se antecipar àquilo que o cliente espera.

Enfim, ao se propor a atender um cliente, viva o momento com ele. Se preocupe em ser referencial no atendimento. Esqueça por um instante o honorário, e foque naquilo que está fazendo para que os dois, corretor e consumidor, evitem perder tempo. Afinal de contas, tempo é dinheiro.
 

Construtoras investem na inovação para atrair público 

Apartamento com duas entradas, hotel e prédio comercial ficam no mesmo local

Construtoras investem em projetos que incluem apartamentos e casas no mesmo condomínio e utilizam o conceito de trabalhar, morar e se divertir no mesmo local. A Rossi acaba de lançar o Rossi Multi em Duque de Caxias, que terá hotel, prédio comercial, rua de compras e condomínio residencial. Já a construtora Labes Melo reuniu 128 unidades divididas em casas tríplex e apartamentos de três andares, que têm a opção de fazer um como se fossem dois e com entrada independente, batizado de double family.

O modelo é ideal para adolescentes ou pais mais idosos, que precisam morar com os filhos, mas desejam privacidade. A Calper também levou para Campo Grande o conceito de casas e de apartamentos em um mesmo condomínio. Em todos os casos, a área de lazer é generosa.

Para se ter ideia do potencial destes empreendimentos, a Rossi vendeu 80% das salas e lojas do empreendimento apenas no fim de semana de lançamento. O Valor Geral de Vendas (VGV) foi de R$ 70 milhões. Após o lançamento da parte comercial, a empresa se prepara para lançar o hotel.

“É um marco na cidade. Há muito tempo Caxias não recebia um empreendimento deste porte, para atender à demanda interna e externa do município”, diz Rafael Cardoso, diretor regional.

A Calper está lançando a fase das casas do Contemporâneo Design Resort, na Estrada da Cachamorra 2.011, em Campo Grande. O empreendimento misto será construído em uma área com mais de 84 mil metros quadrados e vai abrigar 640 apartamentos, distribuídos em 20 prédios, e 179 casas (819 unidades), todas com vagas de garagem.

Itaguaí vai ganhar 1.036 novas unidades

A João Fortes Engenharia foi pioneira em levar este conceito para Itaguaí, na Costa Verde, com o complexo imobiliário Fusion Work& Live. O projeto, que reúne lazer, trabalho e moradia, oferece modernidade, conforto e facilidade e tem 1.036 unidades.

“Levamos para Itaguaí um conceito bem sucedido, por acreditar que atende perfeitamente à expansão da região e à expectativa dos investidores”, diz Luiz Henrique Rimes, diretor Nacional de Negócios.

O complexo está sendo construído em frente à rodoviária de Itaguaí e próximo às principais indústrias da região. Vai ocupar terreno de mais de 15 mil metros quadrados. Serão erguidos cinco blocos, divididos entre lojas (24), salas comerciais (288), residencial com serviços (202), apart-hotel (288) e residencial de dois e três quartos (234).

Recreio dos Bandeirantes terá condomínio sofisticado

A Labes Melo prepara o lançamento das casas tríplex que complementam os prédios de três andares do condomínio Enjoy Recreio Residences. Há os apartamentos no térreo, chamados de Garden House. Segundo o diretor da Labes Melo Construtora, Eric Labes, o condomínio oferece opções de projetos a todos os perfis de compradores.

“Temos apartamentos de um quarto, que podem funcionar como loft, além de dois e três quartos, e as casas tríplex. Há unidades com três ou quatro suítes. Conseguimos reunir tudo o que as mansões da Barra da Tijuca têm, mas em uma metragem mais acessível pensando nos custos para manter uma casa muito grande. Este projeto foi pensado em cada detalhe para que o comprador possa escolher a unidade que se adequa a sua realidade”, explica Eric.

Ele adianta que todas as casas terão churrasqueira a gás e piscina aquecida, além de parque aquático da área de lazer do condomínio. O sistema de segurança é outro diferencial, já que a tecnologia será de ponta no empreendimento. O metro quadrado das casas é de R$ 6.500 e o pagamento é facilitado. A construtora exige 30% durante a obra e os 70% restantes, quando o condomínio estiver pronto, pode ser financiado.

 

Comprar imóveis para locar pode superar o rendimento atual de investimentos tradicionais

Atualmente, entre os imóveis mais lucrativos e procurados estão os comerciais, industriais e apartamentos de até dois dormitórios

Com as recentes reduções da taxa básica de juros, a valorização do dólar frente ao real e as turbulências causadas pela crise econômica na Europa, quem poupa precisa rever seus investimentos. Aplicar as economias em imóvel segue uma boa opção pela tendência do bem em valorizar a médio e longo prazo, além de render com o aluguel. A facilidade no crédito e a estabilidade da demanda no Médio Vale, em Santa Catarina, por locação tornam a alternativa interessante. Mas antes é preciso pesquisa, cautela e colocar os custos de manutenção na ponta do lápis para que o investimento não se torne prejuízo. Hoje, entre os imóveis mais lucrativos e procurados estão os comerciais, industriais e apartamentos de até dois dormitórios.

"Imóveis sempre serão um bom investimento a longo prazo com uma boa rentabilidade, principalmente na compra de apartamentos adquiridos na planta ou em fase inicial de construção", aconselha o economista Marcelo Viana Custódio, delegado regional do Conselho Regional de Economia.

O economista e coordenador do curso de Economia da Unidavi, Luiz Alberto Neves, reforça que o cenário econômico turbulento pode trazer vantagens aos investidores de imóveis, considerando o baixo rendimento da poupança, a crise financeira na Europa além do real desvalorizado. "A queda nos juros e a facilidade de crédito por incentivo do governo facilitam a aquisição. E até pode acontecer do imóvel desvalorizar, mas é muito raro", afirma Neves.

A oferta de residências para alugar continua acima da procura, mas ainda assim a demanda é grande, avalia Rogério Patrício, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais de Blumenau e região (Secovi Blumenau). Patrício credita a procura principalmente ao crescimento das empresas e universidades, que estimulam a vinda de novos moradores. O presidente lembra que o aluguel é a saída para quem quer ficar na cidade, mas não sabe durante quanto tempo.

Quase um quarto dos domicílios blumenauenses são alugados

Em Blumenau, a preferência pelo aluguel aumentou. O Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 mostra que o número de domicílios alugados (o que inclui apartamentos, casas e quitinetes) representa quase um quarto do total na cidade. O crescimento dos aluguéis foi de 93% em 10 anos. Os domicílios próprios (somando os financiados e os já quitados) aumentaram 20,6% no mesmo período, mas ainda são maioria.

Se antes a preferência por locação era quase exclusiva na região central, hoje há procura também nos bairros. Com a expansão das empresas fora do Centro - e a vida própria que as regiões estão criando -, quem quer investir deve pensar também nas localidades mais afastadas, avalia Soraia Vasselai, delegada da regional de Blumenau do Sindicato dos Corretores de Imóveis de SC. Para morar, a principal opção é de apartamento. Mas também há procura por imóveis comerciais e industriais.

 

Segundo semestre de 2012 concentrará 70% dos lançamentos imobiliários 

Assim como é de costume, o segundo semestre deste ano concentrará o maior volume de lançamentos imobiliários. Segundo estimativas do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) nos últimos seis meses de 2012 serão lançados 70% dos empreendimentos.

As estimativas do sindicado mostram que de todos os lançamentos imobiliários deste ano, 29,5% aconteceram no primeiro semestre do ano e os 70,5% restantes ficarão para o segundo semestre. Em 2011, por exemplo, o maior volume também ficou nos últimos seis meses do ano.

No ano passado, de todos os lançamentos, 37% aconteceram no primeiro semestre do ano, enquanto os 63% restantes ficaram para o segundo. A distribuição ainda é bastante semelhante ao que aconteceu em 2010, com 35,6% dos lançamentos no início do ano, e 64,4% no final.

Queda do número de lançamentos – De cordo com Secovi-SP serão lançadas cerca de 30 mil unidades em São Paulo este ano. O volume representa uma retração de 20% frente ao total de lançamentos de 2011.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Saiba que garantias as construtoras precisam dar 

Código de Defesa do Consumidor estabelece prazo de garantia de 90 dias para defeitos aparentes de fácil constatação e de 5 anos com relação à solidez e segurança da edificação

Para quem compra imóvel na planta ou em construção, notar qualquer tipo de falha logo após a entrega das chaves é muito frustrante. Quem compra um imóvel novo não espera ter que lidar tão cedo com problemas de infiltração, rachadura, fiação elétrica, etc. No entanto, caso esse tipo de problema ocorra, o comprador não está desamparado: a lei do consumidor exige que construtoras e incorporadoras forneçam um período de garantia de 90 dias para possíveis defeitos aparentes, de fácil constatação, e de cinco anos com relação à solidez e segurança da edificação.

Isso significa que, mesmo depois do imóvel pronto e da chave entregue ao comprador, a construtora tem o dever de arcar com os defeitos denominados “vícios de construção”.

Para informar o comprador em relação aos prazos de garantias para os problemas mais frequentes, a construtora entrega a Tabela de Garantia. Os prazos variam de empresa para empresa.

Se o comprador identificar algum defeito no imóvel, deve comunicar à construtora, por carta protocolada, a natureza e a origem do defeito. A construtora, então, deverá fazer uma inspeção e, constatado que o defeito não foi causado por mau uso ou falta de conservação e/ou manutenção, deverá dar procedimento ao reparo.

Se o problema for detectado em áreas de uso comum, o síndico deve se encarregar de comunicar o problema à construtora.

Defeitos por mau uso

Eventuais problemas decorrentes do uso no dia a dia não são de responsabilidade da construtora. Pesquisas apontam que o mau uso e a manutenção incorreta das edificações são responsáveis por cerca de 10% das falhas e defeitos dos imóveis.

Tais problemas podem ser evitados através da leitura do manual do proprietário, entregue junto com as chaves, que contém todas as informações que o proprietário precisa saber para fazer bom uso do imóvel, como orientações de reforma, segurança e conservação; e dicas de uso do empreendimento.

Imóveis: consumidor tem até três anos para recorrer à justiça sobre taxas abusivas

Os consumidores devem ficar atento com o prazo para recorrer à justiça sobre taxas abusivas, como a Sati (Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária) que inclui a comissão dos corretores, cobradas nos financiamentos imobiliários. Segundo AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), o mutuário tem até três anos para reclamar na justiça sobre as taxas abusivas.

Segundo o assessor jurídico da AMSPA, João Bosco Brito da Luz, o prazo começa a contar após o seu pagamento total da taxa.

Já aos juros indevidos ou demais incorreções na cobrança do financiamento o tempo para recorrer à Justiça é de cinco anos a partir do termino do contrato. “É importante que o mutuário tenha um auxílio de um especialista para alertar quanto a incorreções do seu contrato para que o adquirente do bem possa correr atrás de seus direitos”, alerta Luz.

Atrasos na obra

Nos casos de atrasos nas obras, o tempo para recorrer à justiça também e de cinco anos. O prazo passa a contar a partir da entrega das chaves ou expedição do “habite-se”, que é o alvará da prefeitura autorizando a construção da obra e a habitação do imóvel.

“O proprietário do imóvel pode pleitear, no Poder Judiciário, o pagamento da multa de 2% e mais os juros de mora de 1% ao mês pelo atraso, desde o primeiro dia do não cumprimento do prazo, estabelecido em contrato, para entrega do imóvel”, esclarece Luz.

De acordo com a AMSPA, no caso de cobrança ilegal no financiamento, se o consumidor recorrer ao Poder Judiciário terá o direito de receber de volta a quantia em dobro acrescida de correção monetária, juros, além de ser ressarcido por danos materiais, conforme determina o Artigo 42, do Código de Defesa do Consumidor.

 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Os 7 Maiores Erros Cometidos Pelos Corretores De Imóveis 

Consistência e prospecção contínua são necessárias para qualquer corretor ampliar o seu negócio, entretanto, muitos deles acabam cometendo erros simples que os distanciam de alcançarem o retorno que desejam. Baseando-se nessa premissa.

David Moyer, vice-presidente executivo da Century 21 Brasil destaca os sete maiores erros cometidos pelos corretores imobiliários:

1- Não prospectar mais

A prospecção é a melhor maneira de corretores encontrarem possíveis clientes, o que irá, eventualmente, trazer sucesso no fechamento de transações nas semanas e meses posteriores. Se o corretor não fizer o que for necessário para encontrar as melhores pessoas para trabalhar em determinado segmento de mercado, os concorrentes irão encontrá-las e aproveitar os negócios. Muitas pessoas comprarão, venderão ou arrendarão imóveis na região nos próximos meses. O corretor tem que estar pronto e disposto a fazer o que for necessário para encontrar estas pessoas antes que os concorrentes desenvolvam relacionamentos próximos a eles.

2- A prospecção com uma má atitude

Quando a atitude do corretor é positiva, bem humorada, as pessoas se sentem mais confortáveis com o contato. Quando os prospects (possíveis clientes) precisarem de um serviço imobiliário, é muito provável que preferirão fazer negócios com um corretor que lhes proporcionou o melhor impacto ou a melhor impressão.

Sempre que uma atividade de prospecção for realizada com uma atitude positiva e a certeza de que irá encontrar boas oportunidades de negócio, quase sempre isso trará retornos efetivos nos negócios.

3- Não ficar em contato com os prospects

A prospecção é apenas uma parte do quebra-cabeça e, para ter sucesso no mercado imobiliário, é preciso ficar constantemente em contato com os prospects, de forma a evitar que o cliente potencial realize a transação imobiliária com um concorrente.

Há muitas maneiras de utilizar novas tecnologias para ficar em contato com os prospects, porém, o melhor caminho para trabalhar é com exclusividade. Exclusividade e relacionamentos de negócios profissionais são o que levam ao sucesso.

4- Não prospectar as pessoas certas

Os corretores precisam ter certeza de que estão prospectando as pessoas certas nas áreas corretas, que irão fechar o tipo de negócio desejado. Em São Paulo, por exemplo, se o corretos deseja trabalhar com imóveis comerciais, deve focar em áreas “pesadas”, como Paulista, Faria Lima etc. Se quiser trabalhar com propriedade de luxo, talvez Jardins, Moema, Morumbi, entre outros, sejam lugares que você deve concentrar os seus esforços.

5- Não pedir por indicações

Na prospecção, se o corretor pedir indicações aos clientes – perguntar se eles conhecem alguém que esteja interessado em comprar ou vender imóvel -, os resultados poderão ser drasticamente aumentados. Se nenhum dos possíveis clientes estiver interessado em serviços imobiliários hoje, pode conhecer alguém que esteja. Além disso, se o corretor tiver uma atitude positiva, a probabilidade de receber uma indicação é muito maior.

O corretor não pode se esquecer que, quando estiver prospectando, não estará apenas prospectando a pessoa com quem estiver falando naquele momento, mas também possíveis clientes futuros, através de indicações de negócios.

6- Não ter um plano de marketing direto

Utilizar o marketing direto é, essencialmente, prospectar por escrito. Se o corretor tem uma região com milhares de pessoas para prospectar, é impossível falar com cada uma delas todos os meses. O marketing direto permite que o corretor os alcance com freqüência, lembrando-os de quem é e de quais serviços têm disponíveis. Para ter sucesso, o marketing direto requer consistência e comprometimento. Quanto mais o corretor se envolver no marketing direto, mais aumentarão as chances de um dos prospects procurarem pelos serviços oferecidos no momento que receberem os materiais.

O marketing direto acontece de muitas formas e não tem que ser caro. Hoje, muitos corretores utilizam com sucesso mídias sociais online para alcançar os resultados esperados. Materiais de divulgação permanecem com os prospects por anos, até que eles, um dia, precisem dos serviços e lembrem-se do material enviado.

7- Desistir no começo do trabalho de prospecção

Para Moyer, este é o maior erro e, também, o mais comum. Para alcançar sucesso na carreira imobiliária, a prospecção e o marketing precisam ser constantes. É de senso comum no setor que existe um período de tempo entre o contato com o prospect e a real necessidade do serviço. Se o corretor se distrair e parar de prospectar e de realizar o marketing verá, inevitavelmente, uma lacuna no rendimento durante as semanas e meses seguintes.

O recomendado é que os corretores prospectem todos os dias, agendando um tempo especificamente para a prospecção, seja por telefone ou e-mail. Isto inclui, também, a atualização do twitter, blogs imobiliários e redes de networking.